NACARATO | Dr. Paulo Mello Freire Nacarato




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Estética dental e Clareamento dental

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Obturação de amálgama: extremamente prejudicial à saúde


O que são obturações de amálgama?

As restaurações de amálgama, ou obturações de amálgama, são ligas de metal usadas em restaurações dentárias. Essas ligas são compostas por 50% de prata, zinco e cobre, e os outros 50% de mercúrio, metal extremamente tóxico, responsável pelo surgimento de diversas doenças.

Por que as restaurações de amálgama fazem mal à saúde?

O mercúrio contido nas obturações de amálgama é o único metal que evapora à temperatura ambiente. Dentro da boca, o mercúrio evapora a todo instante, fazendo com que a pessoa absorva o gás tóxico e acumule mercúrio no organismo.

Quais doenças podem ser causadas pelo mercúrio das restaurações de amálgama?

São muitos os sintomas causados pela intoxicação por mercúrio, e os mais comuns são: dores musculares e nas articulações, enxaqueca, distúrbios gastrointestinais, alterações cardíacas, alterações de memória (inclusive Mal de Alzheimer), depressão, náuseas, perda de cabelos, distúrbios menstruais, entre outros.

Como ocorre a intoxicação?

O mercúrio, também presente no amálgama pode ser inalado, visto que evapora dentro da boca durante todo o tempo em que a restauração estiver no dente. Outra forma de contaminação se dá pelos pedaços da liga que se fragmentam, e o paciente acaba engolindo. Além disso, na hora crítica da remoção da restauração de amálgama, ela pode ser ingerida em forma de pó, contaminando não só o paciente, como os profissionais que estiverem no local.

Como se faz a remoção segura das restaurações de amálgama?

O cirurgião dentista deverá seguir um rigoroso protocolo para a remoção segura das restaurações de amálgama, evitando a deglutição dos resíduos de amálgama e minimizando ao máximo a inalação do vapor de mercúrio.

Este protocolo envolve uma série de itens, tais como: isolamento do dente em questão com lençol de borracha, uso de brocas diamantadas novas e muito pequenas, promoção de cortes cruzados na restauração de amálgama para posterior remoção em pedaços, utilização de brocas especias para ultrassom que promovam o destacamento do amálgama das paredes dentárias, pois este material não tem adesividade em esmalte e dentina, proteção do paciente com gorro e máscara, bem como do cirurgião dentista e equipe e utilização de 2 unidades de sucção de alta potência (bomba a vácuo).

Outros motivos para não usar obturações de amálgama:

• A restauração de amálgama é antiestética;
• O amálgama pode promover fratura dental, devido à expansão tardia do material;
• O amálgama, por não ter adesividade à estrutura dental enfraquece o dente, ocasionando fratura dental com o uso;
• Ligas de amálgama não podem ser usadas por gestantes ou mulheres que estão amamentando.

O que usar no lugar das restaurações de amálgama?

Resinas compostas feitas diretamente na boca ou incrustações (inlays) de porcelana, além de proporcionarem melhor acabamento estético, não oferecem risco à saúde, pois não contêm substâncias tóxicas em sua composição. Sua indicação dependerá do grau de destruição do elemento dental. Recomenda-se o uso de resinas compostas fotopolimerizáveis realizadas diretamente na boca, para dentes com menor grau de destruição (cavidades pequenas a médias).

É possível trocar as restaurações de amálgama por resinas compostas?

Sim. O paciente que tem obturação de amálgama deve procurar um cirurgião dentista e fazer a substituição. O procedimento é bastante delicado, pois pode resultar numa intoxicação ainda maior, por isso deve ser feito por profissional especializado.